É a expressão divina de um ser que tem a necessidade de
expor seus sentimentos para si ou para outras pessoas. Na verdade para alguns
tipos de estilo não existe técnica, e sim vontade acima de tudo. Você dança
para alguém ou para você? Eu danço para mim, pelo reencontro com o feminino e
para ser feliz, apenas isto.
Este post surgiu com
a vontade de dar continuidade a este blog. E escrevi e
publiquei o primeiro e único post em 2011 quando tive a oportunidade de pisar
em um palco pela primeira vez e relatar a façanha. Agora, depois de alguns, anos
já tenho mais alguma experiência, mas dependendo do estilo musical é difícil. Muita
pressão e expectativas dos dois lados, e um desafio a ser ultrapassado.
Hoje, quando assisto à uma apresentação já não vejo com
olhos críticos. E sim com respeito! Cada um tem o seu jeito ou não tem e
arriscam mesmo assim. Na verdade são mais corajosos que qualquer um. Existem pessoas que nasceram para brilhar, só
isto. Atualmente não tenho mais este objetivo, na verdade acho que nunca tive.
hehe.
Dançar tem que ser brincado, divertido, ousado, abusado e criativo. Além disso, tenho um afeto especial pela dança cigana, uma dança livre! Cigano dança com o coração, é livre e apaixonado. Portanto, não exige muita coreografia, é só dançar com alma. Já o ventre... esta dança me encanta e desafia porque desmembrar o corpo e depois juntá-lo parte por parte não é fácil! E minha vez vai chegar. Tudo é uma questão de tempo e desbloqueios.
Para quem não tem o conhecimento sobre dança do ventre: é se
conhecer como mulher, aceitar seu corpo com o passar dos anos, quebrar em duas
partes e depois unir, sincronizar coração com sexualidade. É o equilíbrio do feminino.
Hoje as mulheres buscam tantas coisas, independência, autonomia, igualdade. Mas
às vezes percebo que a grande maioria das mulheres perdeu no meio do caminho a
sua essência.
Dançar tem que ser brincado, divertido, ousado, abusado e criativo. Além disso, tenho um afeto especial pela dança cigana, uma dança livre! Cigano dança com o coração, é livre e apaixonado. Portanto, não exige muita coreografia, é só dançar com alma. Já o ventre... esta dança me encanta e desafia porque desmembrar o corpo e depois juntá-lo parte por parte não é fácil! E minha vez vai chegar. Tudo é uma questão de tempo e desbloqueios.
Para quem não tem o conhecimento sobre dança do ventre: é se
conhecer como mulher, aceitar seu corpo com o passar dos anos, quebrar em duas
partes e depois unir, sincronizar coração com sexualidade. É o equilíbrio do feminino.
Hoje as mulheres buscam tantas coisas, independência, autonomia, igualdade. Mas
às vezes percebo que a grande maioria das mulheres perdeu no meio do caminho a
sua essência.
Porém dançar é buscar a cura, dar amor e carinho para o ser
que mais necessita: você, eu e todas as mulheres que entram em conflitos
existenciais. Já fiz muitas atividades, mas a música me fascina. É o meu
momento, minha força!
Então vá, dance e seja feliz...


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