sexta-feira, 20 de novembro de 2015

E dançar é...



É a expressão divina de um ser que tem a necessidade de expor seus sentimentos para si ou para outras pessoas. Na verdade para alguns tipos de estilo não existe técnica, e sim vontade acima de tudo. Você dança para alguém ou para você? Eu danço para mim, pelo reencontro com o feminino e para ser feliz,  apenas isto.
Este post surgiu com a  vontade  de dar continuidade a este blog. E escrevi e publiquei o primeiro e único post em 2011 quando tive a oportunidade de pisar em um palco pela primeira vez e relatar a façanha. Agora, depois de alguns, anos já tenho mais alguma experiência, mas dependendo do estilo musical é difícil. Muita pressão e expectativas dos dois lados, e um desafio a ser ultrapassado.

Hoje, quando assisto à uma apresentação já não vejo com olhos críticos. E sim com respeito! Cada um tem o seu jeito ou não tem e arriscam mesmo assim. Na verdade são mais corajosos que qualquer um.  Existem pessoas que nasceram para brilhar, só isto. Atualmente não tenho mais este objetivo, na verdade acho que nunca tive. hehe. 
Dançar tem que ser brincado, divertido, ousado, abusado e criativo. Além disso, tenho um afeto especial pela dança cigana, uma dança livre! Cigano dança com o coração, é livre e apaixonado. Portanto, não exige muita coreografia, é só dançar com alma. Já o ventre... esta dança me encanta e desafia porque desmembrar o corpo e depois juntá-lo parte por parte não é fácil! E minha vez vai chegar. Tudo é uma questão de tempo e desbloqueios. 
  Para quem não tem o conhecimento sobre dança do ventre: é se conhecer como mulher, aceitar seu corpo com o passar dos anos, quebrar em duas partes e depois unir, sincronizar coração com sexualidade. É o equilíbrio do feminino. Hoje as mulheres buscam tantas coisas, independência, autonomia, igualdade. Mas às vezes percebo que a grande maioria das mulheres perdeu no meio do caminho a sua essência. 
Porém dançar é buscar a cura, dar amor e carinho para o ser que mais necessita: você, eu e todas as mulheres que entram em conflitos existenciais. Já fiz muitas atividades, mas a música me fascina. É o meu momento, minha força!


Então vá, dance e seja feliz...

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