Neste final de semana li um
artigo em um jornal que me chamou muito a atenção. O título era, o que o sexo
faz por você. Ele, fazia inúmeras referências sobre seus benefícios. Mas em nenhum momento citou
o equilíbrio emocional do parceiro e o respeito com que a relação deve ser
encarada. Atualmente, vejo a sexualidade sendo banalizada, pessoas doentes e
compulsivas por sexo, como animais. A sexualidade sendo usada como fuga para problemas
e insatisfações pessoais, como se fosse uma atividade física. E não é só a
minha opinião que conta. Também conversei com uma ginecologista que disse algo semelhante
“As pessoas estão usando a sexualidade como fuga e assim ficando doentes pelos
excessos”. Além do que, se a população masculina tivesse ideia da quantidade de
mulheres insatisfeitas com a sua sexualidade, acho que o sexo seria levado com
mais seriedade e menos banalizado.
Não estou aqui aplicando o
puritanismo. Hoje, a maioria das pessoas, falam que as relações estão muito
difíceis. Por um acaso você, parceiro, já tentou conversar com sua companheira
ou ficante sobre a qualidade da relação
sexual? Se ela está satisfeita, quer dar uma variada, precisa de ajuda, enfim! Vejo atualmente uma abertura para o diálogo, mas ainda existem temas que são tabus entre casais. Até porque não é um assunto fácil, requer sutileza, carinho, uma dose extra de paciência e compreensão. Porque talvez a resposta não seja aquela que você, companheiro (a) gostaria de ouvir. Contudo não é só a conversa que fará a diferença, e sim, o quanto você está disposto ajudá-la no processo de conscientização da insatisfação de sua companheira, quanto na busca de soluções para o problema. Atualmente existem vários tipos de tratamentos para transtornos sexuais femininos, inclusive através de fisioterapia. Mas isto será pauta para outro texto.
sexual? Se ela está satisfeita, quer dar uma variada, precisa de ajuda, enfim! Vejo atualmente uma abertura para o diálogo, mas ainda existem temas que são tabus entre casais. Até porque não é um assunto fácil, requer sutileza, carinho, uma dose extra de paciência e compreensão. Porque talvez a resposta não seja aquela que você, companheiro (a) gostaria de ouvir. Contudo não é só a conversa que fará a diferença, e sim, o quanto você está disposto ajudá-la no processo de conscientização da insatisfação de sua companheira, quanto na busca de soluções para o problema. Atualmente existem vários tipos de tratamentos para transtornos sexuais femininos, inclusive através de fisioterapia. Mas isto será pauta para outro texto.
Porém quero sinalizar: seja companheiro acima de
tudo. Independente do tipo de relação que tenha com a outra pessoa. Não existe
coisa pior para uma mulher é ser deixada de lado em um momento como este. Mesmo
que por um instante ela peça para dar um tempo, a confusão mental é grande, a
resposta negativa nunca é fácil, e no momento só queremos um abraço, pois o
sentimento de incapacidade toma conta, a auto estima vai lá embaixo,
questionamos até a capacidade profissional e tudo aquilo que tinhámos como conceito, às
vezes cai por terra.Porém, Sexo é uma via de mão dupla e requer sensibilidade
de ambas as partes além de calma. Segundo Carmita Abdo, fundadora e
coordenadora do Programa de Estudos em sexualidade de (ProSex) da USP, “ desde
o início da última década pesquisas têm demonstrado que a proximidade física e a intimidade emocional com o
parceiro são, muitas vezes aquilo que a mulher quer na cama. Orgasmo não é,
necessariamente, igual à satisfação para a mulher- pondera a especialista.”

Nenhum comentário:
Postar um comentário