À
sombra da cerejeira, um diálogo sobre a verdadeira cereja da vida foi escrito
pelo gaúcho Gabriel Carneiro Costa, que também escreveu o best-seller O encantador de pessoas.
À sombra da cerejeira é como o
vinho. Deve ser degustado com calma, senão você perde a
capacidade de apreciar e sentir todas as notas que sutilmente ali estão.
No
livro, Gabriel conta a história de dois personagens, Vitor (avô) e seu neto Tom,
que depois de muitos anos se reencontram e retomam as conversas sobre o que
realmente importa para viver, e não apenas sobreviver. Em uma sociedade tão
consumista e competitiva como a nossa, até perdemos um pouco a visão sobre
valores. Esquecemos o quão prazerosos são uma longa conversa ou até mesmo um
silêncio profundo. Vivemos com pressa, adoramos estar ocupados, estressados e
esquecemos inclusive de olhar para nossa família e perguntar como eles estão.
A
obra induz o leitor a refletir, a superar os momentos de derrotismo, a sermos
destemidos e termos iniciativa para mudar, mudar aquilo que nos incomoda e
causa desconforto. A cultivar o ócio e entender que não existe fórmula para a
felicidade. A felicidade é momentânea e momentos de dificuldades são decisivos
para transformarmos as circunstâncias e aprender o que nos motiva para a
mudança.
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